Boletim #50 (27 de novembro de 2020)

Há 7 anos que o PS trava a construção da maternidade nos HUC, sem avançar qualquer solução alternativa

 

 

Há 7 anos que o PS trava a construção da nova maternidade nos HUC, sem avançar qualquer solução concreta alternativa

Em recente reunião de Câmara, na sequência da intervenção pública da Profª. Teresa Almeida Santos e no mesmo dia em que foi publicado um artigo igualmente esclarecedor do Prof. Carlos Freire de Oliveira, o vereador José Manuel Silva abordou o colapso iminente das duas maternidades da cidade, que não dispõem de serviços essenciais de assistência a mães e bebés, afirmando que a construção da nova ‘maternidade’ é emergente e que a sua localização não é um problema de margens do Mondego mas sim uma questão médica.
A medicina evoluiu extraordinariamente, tornou-se bem mais complexa e exigente, pelo que uma maternidade tem de estar integrada num hospital central com todas as especialidades necessárias, incluindo as pediátricas, o que neste momento só acontece nos HUC, razão pela qual todos os estudos técnicos apontam nesse sentido. Presentemente, a localização no campus dos HUC é a única que garante a segurança das grávidas, das puérperas e dos recém-nascidos pela proximidade a todas as especialidades médico-cirúrgicas. Não é tolerável que uma decisão de tão grave importância técnica e com enormes consequências vitais esteja a ser objeto de uma interminável batalha política que relega para terceiro plano os critérios médicos e as necessidades das vidas duplamente em jogo.
Para que a maternidade possa ser construída no ou junto ao Hospital dos Covões, o Somos Coimbra desafia o PS a investir neste hospital, transformando-o num verdadeiro hospital central polivalente de nível III, demonstrando assim que a alegada defesa do Hospital dos Covões pelos socialistas é real e não apenas demagógica e populista.

O Movimento considera ainda que o grande culpado dos atrasos sucessivos na construção da maternidade é o PS local, que trava há sete anos a construção da nova maternidade, sem fazer avançar qualquer solução concreta alternativa. O Somos Coimbra faz questão de exigir para Coimbra um serviço de obstetrícia e neonatalogia que ombreie com os serviços do Hospital de S. João e do Hospital de Santa Maria, dispondo dos mais modernos recursos técnicos e do acesso imediato a todas as especialidades, para bem da vida das grávidas e dos bebés.

Cartoon da autoria do Movimento Humor

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Privatização de Piscina de Celas é ato arbitrário

Na passada Reunião de Câmara, foi o voto de qualidade do presidente da CMC, Manuel Machado, que permitiu aprovar a abertura de concurso público para a concessão de terrenos municipais para a reabilitação da Piscina Municipal de Celas e construção, concessão e exploração de um Centro Desportivo Integrado de Celas, tendo como contrapartida a edificação do Campo Municipal da Arregaça. O Somos Coimbra, o PSD e a CDU votaram contra, já a vereadora independente Paula Pêgo absteve-se, sendo por isso conivente com a votação favorável do PS. Face ao empate, foi o voto de Manuel Machado que viabilizou esta aprovação que representa uma privatização arbitrária por 40 anos da Piscina de Celas.
O Somos Coimbra considera que há um claro benefício aos privados, com prejuízo do interesse público, tendo mesmo questionado como se calcula uma contrapartida de uma concessão por 40 anos sem o competente estudo económico, tornando este processo numa negociata com muitas interrogações. Na ausência destas avaliações, é impossível definir um caderno de encargos e as adequadas contrapartidas, devidamente elaborados e calculados, que têm de salvaguardar o interesse público, conforme o Código dos Contratos Públicos (artºs 44º e 419º).
O Somos Coimbra lamentou ainda que continue a não haver uma Carta Desportiva do concelho, que possa enquadrar devidamente esta proposta. A razão é simples, a CMC não tem uma política desportiva, limitando-se a tomar decisões avulsas e discutíveis.

Devido à deliberada insuficiência na apresentação do processo e com todas estas condicionantes, dúvidas e limitações, o Somos Coimbra não pode votar a favor nem tão pouco dar o benefício da dúvida da abstenção a esta obscura negociata.

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PS bloqueia obra em curva perigosa em Souselas
Desde o início do mandato de 2013 que a União de Freguesias (UF) de Souselas e Botão tem considerado a correção da curva na Rua dos Calços, na Zouparria do Monte, uma intervenção prioritária, dado o número elevado de acidentes que ali ocorrem, motivados pela falta de visibilidade e pela exiguidade do raio de curvatura e da largura da faixa de rodagem e também por ser uma promessa de todos os partidos candidatos à junta e câmara nas últimas décadas.
Atualmente, e passados estes anos, verifica-se que, apesar do projeto estar concluído por iniciativa do executivo da UF de Souselas e Botão e submetido à CMC desde 2018, até hoje não foi aprovado, mesmo depois das várias insistências quer do presidente UF, Rui Soares, quer do Movimento Somos Coimbra.

O Somos Coimbra esperava, que à imagem do que já aconteceu em Cernache, a CMC não só aprovasse de imediato o projeto, como permitisse a sua execução de uma só assentada, evitando que as crianças tenham de esperar mais um ano para poderem dispor de um passeio contínuo até à escola. Quanto tempo mais vai ser preciso esperar?

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“Como se atraem empresas e investimento para Coimbra?” - Contributo do Somos Coimbra para a “Coolectiva” 

A Coolectiva perguntou aos diversos líderes políticos da cidade como se atrai investimento empresarial para Coimbra, no âmbito da rubrica "Questões Coimbrãs".

José Manuel Silva, líder do Somos Coimbra, respondeu em nome do Movimento, com um texto que, por razões editoriais, não podia ultrapassar os 2000 caracteres, incluindo espaços.

Segundo o vereador, “Coimbra tem um potencial de desenvolvimento e crescimento brutal, fruto das suas competências, localização e património histórico e cultural. É primordial definir uma estratégia de futuro numa perspetiva do concelho como polo nuclear e acelerador de uma grande área metropolitana regional e que promova a globalização de Coimbra”.

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Ciclovias: SC defende rede lógica, contínua, atrativa, segura e capaz de estimular uso quotidiano

Recentemente foi discutido, em Reunião de Câmara, o Estudo Prévio da Ciclovia de Bencanta. A vereadora do Somos Coimbra, Ana Bastos, fez questão de saudar todas as iniciativas que procurem promover os modos ativos em Coimbra e em particular, ações dirigidas aos jovens, segmento etário fisicamente preparado e motivado para aderir a estes modos alternativos e assim impulsionar outros extratos populacionais mais reticentes.

Contudo, sublinhou a importância de uma oferta de soluções adequadas e seguras e não meias soluções, como têm vindo a ser apresentadas pela CMC. Criar ciclovias, só por si, e de qualquer maneira não vai criar uma “onda” espontânea de ciclistas.
Lamentavelmente em Coimbra, continuam a encaixar-se passeios e ciclovias, em locais onde cabem e quando não cabem interrompem-se ou partilham-se com outros modos. A CMC está, cada vez mais preocupada em acumular quilómetros de ciclovia construídos, só para propagandear que investiu em modos ativos, do que em oferecer uma verdadeira rede clicável segura e funcional.
Porque defendem a criação de uma rede ciclável para Coimbra lógica, direta, contínua, atrativa, segura e capaz de estimular o seu uso quotidiano e, por não se reverem nesta política de somatórios de intervenções e de remendos sem preocupação de interligação com o coletivo, o Somos Coimbra absteve-se nesta votação.

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