Boletim #35 (14 de agosto de 2020)

Somos Coimbra volta a saudar a medida da CMC de duplicação do FMES, que já tinha sido proposta pelo Movimento em março e em maio

 

 

Somos Coimbra volta a saudar a medida da CMC de duplicação do FMES, que já tinha sido proposta pelo Movimento em março e em maio

Na reunião de Câmara de 13 de julho o executivo municipal aprovou por unanimidade a duplicação do Fundo Municipal de Emergência Social (FMES) para 2020, aumentando-o para 316 mil euros. Esta era uma medida proposta pelo Somos Coimbra em março passado, que integrou o seu pacote de 47 Medidas Municipais de Emergência e que apresentámos formalmente na reunião da Câmara de 11 de Maio. Na altura a coligação PS-PCP classificou-a como “uma asneira” e “um absurdo sem fundamento”, recusando sequer agendar a sua discussão.

Esta semana a notícia dessa mesma duplicação voltou a ter destaque na comunicação social, mesmo sendo relativa a uma medida aprovada e noticiada há um mês, pois o presidente da Câmara entendeu assinar os cheques em público, para multiplicar a mesma notícia.
Recorde-se que o ritmo do reforço crescente da dotação assegurada ao longo dos últimos 5 anos (em 2015, a sua dotação foi de 68 mil euros; em 2016 de 93 mil euros; em 2017 de 100 mil euros; em 2018 subiu para 120 mil euros, e em 2019 foi de 150 mil euros) tinha sido interrompido inexplicavelmente em 2020, logo num ano em que a emergência social explodiu, demostrando uma total falta de visão e de preparação da CMC.

A evolução do valor do FMES ilustra os graves problemas sociais que se vivem no concelho de Coimbra e que urge enfrentar com medidas concretas de desenvolvimento económico e social.

Cartoon da autoria do Movimento Humor

Recorde a medida apresentada pelo Somos Coimbra aqui.

Comerciantes da Baixa com ideias, mas “a remar contra a Câmara”

Depois de um périplo pela Alta, onde tomaram contacto com as dificuldades dos comerciantes da zona, os vereadores do Somos Coimbra, Ana Bastos e José Manuel Silva, rumaram até à Baixa para perceber quais os problemas que comércio local atravessa nesta altura de grandes dificuldades económicas. Apesar do relato de diferentes problemas, há uma preocupação latente: até quando os comerciantes vão resistir? Esta é apenas a primeira reportagem feita a partir dos testemunhos dos comerciantes da Baixa; os vereadores do Somos Coimbra vão voltar a falar com estes e outros resistentes.

Ler reportagem completa aqui.

Visita do Somos Coimbra a Cioga do Campo motiva arranjo de bancos

No início de julho o Somos Coimbra visitou Cioga do Campo para perceber junto da equipa do Movimento no local quais os problemas que enfrenta este lugar da freguesia de São João do Campo. Durante a visita, foi possível perceber que o processo da construção da Capela Mortuária se arrasta há bastante tempo, mesmo depois da medida de construção da referida capela ter sido proposta pelo Somos Coimbra e aprovada.

Para além desta questão, o Somos Coimbra deu ainda conta da necessidade de arranjo de três bancos no pequeno largo fronteiro à Igreja de Cioga do Campo, que estavam degradados há meses. Um dos bancos estava mesmo partido na sequência de uma queda de um ramo de uma árvore, há bastante tempo. Cerca de um mês depois da visita do Somos Coimbra, os três bancos foram arranjados e todos foram pintados. Este exemplo na freguesia de São João do Campo mostra de novo como a intervenção do Somos Coimbra por vezes suscita a reação dos órgãos autárquicos, neste caso a Junta de Freguesia, que depois de os bancos estarem degradados durante muitos meses finalmente concretizou o seu arranjo.

Ler mais informação aqui.

Somos Coimbra propôs criação de mais um núcleo do Museu Municipal
Na reunião da Câmara de 13 de julho, o movimento Somos Coimbra propôs que se continuasse a exploração arqueológica do espaço relativo à “Construção de Imóvel sito na Rua Corpo de Deus 70 a 80”. O Somos Coimbra entende que este espaço seja devidamente preservado e trabalhado como mais um polo de visita turística e de narrativa da história de Coimbra, constituindo-o como o quarto núcleo do Museu Municipal de Coimbra, enriquecendo o património histórico e cultural da cidade.

Há muitos outros imóveis que podem e devem ser recuperados no âmbito do programa “Reabilitar para Arrendar”.

Ler mais informação aqui

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