Boletim #10 (21 de fevereiro de 2020)
É da máxima urgência a Câmara autorizar a construção do Biomed

 

 

 

 

 

 

É da máxima urgência a Câmara autorizar a construção do Biomed

No passado dia 21 de janeiro foi apresentado na Universidade de Coimbra um investimento de enorme relevância para a cidade: a criação do Instituto Multidisciplinar do Envelhecimento, com um investimento de 50 milhões de euros (ME), através de um financiamento direto da Comissão Europeia de 15 ME e o restante da CCDRC e da própria Universidade. É dos maiores investimentos em Coimbra nos últimos anos e não pode falhar. O Instituto vai ficar alojado num novo edifício no Polo III, o Biomed, cujo projeto está pronto, e para o qual já há financiamento de cerca de 18 ME. Para começar a ser construído precisa apenas que a Câmara Municipal autorize a sua construção. A Universidade propôs um loteamento para o Polo III, que naturalmente precede o licenciamento do edifício em si. Foi aprovada, com o voto contra do Movimento Somos Coimbra, uma proposta do Partido Socialista para alteração da Praceta Mota Pinto que difere, sem fundamentação alguma, da solução apresentada pela Universidade, pelo que vai atrasar o processo. Se a Câmara Municipal não aprovar rapidamente o loteamento do Polo III, e depois do Biomed, comprometerá um dos maiores investimentos em Coimbra dos últimos tempos. O Partido Socialista está a pôr “o pau na roda” no desenvolvimento de Coimbra, pois a Universidade anda há vários anos a tentar construir o Biomed, e a Câmara Municipal ainda não deu autorização para a sua construção. Se o Biomed não começar a ser construído muito rapidamente, o Movimento saberá bem de quem é a responsabilidade: do Partido Socialista. O Somos Coimbra irá acompanhar o processo com toda a atenção.

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Será que para Coimbra a defesa do peão só passa pela instalação de semáforos “sem rei nem roque”?

No último mês, as travessias para peões semaforizadas têm nascido que “nem cogumelos” um pouco por toda a cidade, sem regras ou critérios, parecendo tratar-te do aproveitamento de saldos em larga escala. Tecnicamente, é certo que as travessias semaforizadas se afiguram como a tipologia mais adequada para controlar os conflitos e assegurar a segurança dos peões em arruamentos integrados na rede estruturante, onde prevalecem as preocupações de fluidez do trânsito. Contudo, também é certo que tal medida só se justifica quando o fator de exposição ao risco é elevado, seja pela forte presença de automóveis, seja de peões. Os sistemas semaforizados foram aplicados a travessias existentes, sem que houvesse o cuidado de estudar a sua relocalização, minimizar o número de atravessamentos, ou, em arruamentos com travessias sucessivas, garantir a sua devida coordenação. Só na Rua Miguel Torga as novas travessias semaforizadas são quatro. Há sistemas aplicados nas saídas imediatas das rotundas, onde em geral o semáforo não é necessário e sem que, tão pouco, tenha havido o cuidado de as afastar de forma a evitar o bloqueio geral do anel. É este o contributo de Coimbra para o Roteiro para a neutralidade carbónica 2050, agravando a produção de CO2? O Somos Coimbra volta a denunciar a falta de um plano pedonal que defina os principais circuitos pedonais da cidade e que permita identificar, com base em critérios quantificados, os locais onde se justifica a adoção destas medidas de apoio.

O “Diário As Beiras” publicou ontem uma excelente reportagem sobre esta matéria, onde constam declarações da vereadora Ana Bastos. Pode ler aqui.

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Obras na José Falcão e Eugénio de Castro deviam estar feitas

Duas das mais problemáticas escolas da cidade de Coimbra, a EB 2,3 Eugénio de Castro, que vai fazer 48 anos sem conhecer obras de fundo, e a Escola Secundária José Falcão, um dos três primeiros liceus criados em Portugal, têm as suas instalações extremamente degradadas, indignas de uma cidade como Coimbra, de um país civilizado e de um ensino de qualidade, tal como referiu o vereador José Manuel Silva, num artigo de opinião assinado no “Campeão das Províncias” da semana passada. O PS de Coimbra, que nunca as soube defender convenientemente perante o Governo exigindo a sua requalificação, diz que não aceita a transferência destas instalações escolares ao abrigo da descentralização se não vierem acompanhadas do respetivo pacote financeiro para obras, mas o PS do Governo não transfere o tal montante, que ninguém sabe bem quanto é, porque ainda nem sequer há projeto algum…

Lamentavelmente, a Câmara de Coimbra já teve oportunidade para recuperar estas escolas e recusou fazê-lo.

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Falta de apoio da Câmara Municipal de Coimbra a associações de animais é notória

O Somos Coimbra promoveu, no passado dia 8 de fevereiro, no CatCafé Pet and Tea, a tertúlia “Animais silvestres e assilvestrados em meio urbano”. A iniciativa, que teve a moderação de Inês Cabral, contou com a participação de oradores das associações Gatos Urbanos, AGIR, SourePatas e Movimento de Proteção às Matilhas de Coimbra e contou ainda com contributos de outras associações ou até do PAN. A sessão, bastante participada, contou ainda com ricos contributos por parte da assistência. As dificuldades sentidas pelas associações foram o tema dominante da tertúlia, a par das referências à falta de apoio da Câmara Municipal de Coimbra. Segundo as associações de Coimbra presentes, as dificuldades que têm em chegar aos responsáveis do município são recorrentes, o que as impossibilita de conseguir um trabalho mais eficaz na resposta ao socorro e resgate animal. Desta forma, face às dificuldades sentidas, é cada vez mais difícil para estas entidades garantir uma resposta saudável e eficaz, que seja a desejável a nível de saúde pública para uma cidade como Coimbra. Contrariamente ao que acontece em Coimbra, foram reportados os casos de Soure e de Miranda do Corvo, em que as associações contam com um forte apoio dos municípios, o que lhes permite um trabalho mais abrangente e eficaz na resposta aos animais. O Somos Coimbra, para além de agradecer publicamente o “nobre trabalho” feito pelas associações em prol da saúde pública dos munícipes de Coimbra, garantiu ainda que levará todas as considerações recolhidas no debate ao município.

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Somos Coimbra promove amanhã tertúlia em Souselas e Botão

O Somos Coimbra promove amanhã, pelas 17 horas, no Espaço Cultural de Souselas e Botão, a tertúlia "[DES]manchar: o labirinto. Visão do autor/artista". Para além da visita à exposição de arte contemporânea "[DES]manchar: o labirinto”, o evento conta ainda com uma tertúlia sobre o tema, com a presença do artista Paulo Bernardino Matos.

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