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Boletim #40 (18 de setembro de 2020)

Mesmo com consequências socioeconómicas da pandemia COVID-19, PS propõe IRS máximo. Somos Coimbra defende redução

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Mesmo com consequências socioeconómicas da pandemia COVID-19, PS propõe IRS máximo. Somos Coimbra defende redução

Apesar das dificuldades que a maioria das famílias tem enfrentado, face às consequências socioeconómicas da pandemia COVID-19, o Partido Socialista (PS) de Coimbra propôs, na última Reunião da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), que em 2021, a Câmara arrecade os 5% de IRS, ou seja, o valor máximo legal, não restituindo assim, qualquer valor desse imposto aos conimbricenses. Esta proposta mereceu o voto contra do Somos Coimbra, que apresentou uma proposta alternativa e que contou apenas com o apoio dos dois vereadores do PSD. O PCP e a vereadora independente Paulo Pêgo foram coniventes com a proposta do executivo socialista e votaram favoravelmente ao valor máximo da participação variável do município no IRS em 5 %.

A proposta alternativa do Somos Coimbra defende que o Município de Coimbra deverá adotar uma política fiscal assente na redução gradual desta participação variável, a favor dos contribuintes.

Lamentavelmente e por letargia e responsabilidade única da CMC, em 2021 essa tendência, seguida desde 2016, inverteu-se. Pelo facto de a CMC não ter promovido a atempada deliberação sobre a participação máxima de IRS a aplicar no município, o valor aplicado em 2020 (receita a ser transferida para o município em 2021) será o máximo legal, 5%, pelo que, comparativamente a 2019, os conimbricenses serão injustamente lesados em cerca de 1,27 milhões de euros.

O Somos Coimbra considera ser da mais elementar justiça que a CMC restitua aos contribuintes, em 2022, a verba imoralmente arrecadada em 2021, pelo que propôs que a participação variável do Município no IRS em 2021 fosse de 4,0%, devolvendo 1% aos seus contribuintes.
Relativamente ao IMI e à Derrama, o Somos Coimbra também apresentou propostas alternativas, que lamentavelmente foram recusadas. 

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Cartoon da autoria do Movimento Humor

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Ler proposta do Somos Coimbra na íntegra aqui.

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Somos Coimbra propõe que CMC trabalhe em candidatura a Capital Verde Europeia

A Comissão Europeia lançou uma “caixa de ferramentas” para ajudar as cidades que queiram apresentar uma candidatura a Capital Verde Europeia. Este guia auxilia as cidades no processo de preparação das diferentes secções da candidatura. 

Nesse sentido, na última Reunião de Câmara, o Somos Coimbra propôs que a CMC trabalhe na apresentação de uma candidatura a Capital Verde Europeia, o que pode permitir desenhar e implementar uma estratégia verde na cidade de Coimbra

Ler mais informação aqui.

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Problemas sociais do concelho estão a ser agravados pela pandemia de COVID-19

Como era esperado, os problemas sociais do concelho (e do país) estão a ser agravados pela pandemia COVID-19. Os vereadores do Movimento Somos Coimbra têm sido contactados por pessoas que necessitam desesperadamente de apoio social e que não têm encontrado as devidas respostas em algumas entidades oficiais, nomeadamente por parte do serviço de Habitação Social da CMC. O vereador José Manuel Silva apresentou, na passada Reunião de Câmara, alguns exemplos de famílias que estão a atravessar severas dificuldades, sem que o serviço de Habitação Social da CMC apresente uma resposta diligente.

Para evitar situações como as que foram apresentadas, o Somos Coimbra voltou a propor a uma auditoria externa a este serviço, tal como já tinha feito em fevereiro deste ano.
O Somos Coimbra entende que, dispondo a CMC de muitas habitações sociais encerradas em vários Bairros, é incompreensível que não apoie as pessoas que tão desesperadamente precisam de ajuda. O vereador José Manuel Silva sublinhou ainda a necessidade de mais investimento em habitação social.

Ler mais informação aqui.

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Somos Coimbra alerta para impactos do atravessamento de espaços urbanos por linhas de alta tensão

O atravessamento de espaços urbanos por linhas de alta tensão é uma fonte de danos, restrições, riscos e impactos para a comunidade e para o meio ambiente. Com o seu envelhecimento e o agudizar das catástrofes naturais, em caso de rutura e queda de um cabo ou de uma torre, as consequências seriam seguramente desastrosas quer em termos humanos quer materiais.
É o caso da linha de alta tensão que liga a Estação dos Pereiros à subestação do Alto de São João e que se sobrepõe ao Polo II da Universidade de Coimbra e a zonas residenciais de elevada densidade. Apesar do seu custo, apenas a adoção de linhas subterrâneas, permite mitigar estes impactos físicos, sociais e ambientais.

Neste sentido, a vereadora Ana Bastos propôs, na última Reunião de Câmara, que a CMC intervenha urgentemente no processo de consulta púbica e proponha o enterramento da linha de alta tensão no trecho que atravessa o Polo II e o Pinhal de Marrocos até à subestação do Alto de São João, tirando partido das obras, em fase de arranque, do Metrobus.

Ler mais informação aqui.

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