Até quando a CMC vai continuar a "obstaculizar" o empreendimento do IKEA?



Tal como deu conta um artigo da Revista “Sábado” publicado esta semana, o fundo de investimento imobiliário Lusimovest quer que a CMC seja condenada a pagar-lhe uma indemnização em cerca de 25 milhões de euros.


Recorde-se que a decisão proferida acerca de um pedido de providência cautelar, instaurada em 2014, potenciou a implantação em Coimbra de uma loja da empresa Ikea, mas o projeto da multinacional não foi concretizado.


Já em maio de 2018, a vereadora do Somos Coimbra, Ana Bastos, apelou ao presidente da CMC, Manuel Machado, para "deixar de obstaculizar" o empreendimento da Ikea. Ana Bastos defende que a CMC "deve acolher, incentivar e facilitar a fixação de empreendimentos geradores de emprego e de riqueza, razão por que não pode desperdiçar uma oportunidade absolutamente essencial para o desenvolvimento da cidade e da região Centro".


Ana Bastos fez ainda notar que o pedido de informação prévia dirigido pela multinacional à autarquia foi aprovado há oito anos, por unanimidade, o que "evidencia o consenso das várias forças políticas no apoio ao empreendimento".


Segundo Ana Bastos, é incompreensível associar a litigância existente entre a CMC e a Lusimovest ao licenciamento pretendido pela multinacional de origem sueca. "Exige-se que a CMC reative, com êxito, este processo, cuja resolução depende unicamente de si e que será um fator de atração de mais investimentos; se não o fizer, Coimbra corre o risco de ver o dossiê ser remetido para as calendas gregas ou de outras cidades, como Aveiro ou Leiria, aproveitarem esta janela de oportunidade", rematou a vereadora.


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